Translate

domingo, 12 de janeiro de 2014

AS MINAS DE SALOMÃO

     Após mais de cinco décadas e descrenças por parte dos arqueólogos, finalmente, a conclusão é interessante, revelando fatos incríveis que confirma o relato bíblico.

Há mais de 80 anos atrás, Nelson Glueck, um rabino, acadêmico e arqueólogo americano já havia determinado que estas seriam as minas de Salomão na região de Eilot (fica ao lado de Eilat) conforme está descrito no texto bíblico.
Ben Yossef, um arqueólogo, pesquisador foi a fundo, escavando e enviando amostras para análise de carbono 14, os resultados desmentiram as conclusões e informações anteriores divulgadas pelo arqueólogo Professor Beno Rothenberg. Professor Beno Rothenberg chegou a errada conclusão de que o local pertencia ao reino novo do Egito no século XIV AC por causa das imagens gravadas na rocha na região do parque, mas nenhuma investigação séria havia sido realizada pois a tecnologia de análise de carbono 14 ainda não existia.
Ben Yossef realizou análises e exames de carbono 14 em diversos artefatos e entre eles diversas sementes de tâmaras e um caroço de oliveira que foram achados nas escavações e o resultado foi simplesmente inédito, em todos os locais pesquisados, a maioria absoluta das atividades das minas foram realizadas durante o final do século IX e até o final do século X AC, ou seja, exatamente o período do Reino Unido de Israel.
O que torna a descoberta ainda mais impressionante é o fato de que os templos achados nos locais são provavelmente de origem dos Edomitas, ou seja, a linhagem de Edom, parentescos do povo de Israel e que estavam sob a dominação de Davi e Salomão exatamente conforme as escrituras descrevem.
O grande número de minas ali ainda reforçam mais o relato bíblico, afinal, muitos dos utensílios do templo e até mesmo o revestimento das paredes eram feitos com este material.
Esta descoberta veio a tona depois de que uma pesquisa em minas não muito distante do lado jordaniano já haviam revelado que as minas da região na Jordânia também pertenciam ao IX e ao X século AC.
O erro ocorrido pelo arqueólogo Professor Beno Rothenberg se deu por dois fatos, o primeiro, a falta de tecnologia de ponta na época, o segundo fato, é que após a conclusão, um dos principais sítios arqueológicos no parque ficou praticamente intacto, a chamada colina dos escravos, onde segundo o arqueólogo, os escravos ficavam confinados.
No passado, segundo os arqueólogos que trabalharam ali na primeira metáde do século XX, os egípcios descobriram o minério de cobre no quinto milênio AC, no período Neolítico, foi quando começou o primeiro centro mundial de produção de cobre no Vale de Timna. Durante o século 14 AC, os egípcios estabeleceram uma rota de comércio através do Vale de Timna, bem como nas áreas circundantes onde se ouviu falar sobre a área rica em cobre. Ao mesmo tempo, os midianitas do noroeste da Península Arábica e os Amalequitas começaram mineração ao lado dos egípcios. O controle dos egípcios das minas declinou no século 12 AC, mas os midianitas continuaram a explorar o local. A cultura avançada egípcia deixou milhares de artefatos cerimoniais e até mesmo um Templo ao deus Hathor.
A região do Vale de Timna é um dos locais mais incríveis de Israel

Nenhum comentário:

Postar um comentário